Nilma Ribeiro da Silveira é missionária, esposa, mãe de cinco filhos e avó. Por mais de 30 anos, serviu ao Senhor no campo missionário da Bolívia ao lado do esposo, Sérgio da Silveira, enfrentando desafios espirituais, familiares e culturais. Viveram entre povos de línguas e costumes distintos — entre os castelhanos, quéchuas e aymaras — sempre anunciando o amor de Cristo.
Seu chamado não foi apenas individual, mas familiar. Juntos, como casal e como pais, enfrentaram desde a escassez de recursos até o silêncio de líderes e o confronto com seus próprios limites. Ainda assim, perseveraram — e viram vidas sendo transformadas, igrejas sendo fundadas e missionários sendo preparados.
Agora, como autora, Nilma compartilha em seu primeiro livro, “Essa é a Última Oportunidade”, um testemunho real de fé e obediência. Sua escrita é marcada pela sinceridade, pela sensibilidade feminina e pela urgência do chamado de Deus.
Com voz firme e coração rendido, Nilma deseja que sua história encoraje outros a dizerem “sim” ao Senhor — mesmo quando tudo parece difícil demais para continuar.
- A inspiração por trás do livro
O livro nasceu da urgência de deixar um legado. Nilma entendeu que sua história não era apenas dela, mas de todos aqueles que duvidam se são capazes de obedecer a Deus mesmo em meio à dor, frustração ou limitações. Inspirada pela Palavra, pelos frutos do ministério e pelas experiências que viveu com sua família, ela quis mostrar que o chamado missionário não é glamouroso, mas é glorioso quando vivido com fé e entrega total.
- O que esperar da leitura
Ao mergulhar na leitura de Essa é a Última Oportunidade, o leitor encontrará:
Uma história real, com suas alegrias e cicatrizes.
Um relato transparente, sem romantização da missão.
Desafios familiares, conflitos com os filhos, perdas e reconciliações.
Momentos de silêncio de Deus e de abandono por parte de lideranças.
Provas de que Deus é fiel mesmo quando tudo parece contrário.
Mais do que um livro sobre missões, é uma convocação para quem está indeciso entre obedecer ou recuar. É um convite para alinhar sua vida ao chamado de Deus — mesmo que doa, mesmo que pareça tarde demais.
Nilma escreve como quem viveu cada linha — porque viveu. E agora, com coragem, compartilha para que outros não percam a última oportunidade.




